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Análise

CD Multiforme
(Paulo César Baruk)

Rafael Ramos em 18/08/2010
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Multiforme

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Faixas:
1. Jesus me ama (abertura)
2. Filho de Deus
3. Glória
4. A minha força "Aleluia"
5. O meu querer
6. Somente Deus
7. Reina
8. Deus está
9. Graça
10. Eu corro para ti
11. O nome de Jesus
12. Tua Presença
13. Flores em vida
14. Em nome da Justiça
O nome do novo cd do multifacetado Paulo César Baruk – Multiforme – caiu como uma luva na vida do cantor, compositor, produtor, músico, marido da também cantora Rebeca Nemer (se esqueci alguma coisa vocês me avisam?).

Com produção musical assinada pelo próprio cantor, o encarte tem fotos de Décio Figueiredo e a direção de arte foi realizada por Marcus Castro da iMaginar e André do Amaral que souberam transformar em imagens o conceito do álbum mostrando vários Baruks – judeu, negro, indígena, árabe – graças ao empenho de Robson Menegocci (hair style) e Marcelo Mendonça (make-up e caracterização). Na parte musical, o álbum conta com a presença de vários amigos do cantor e alguns que compõem o cast da Salluz Produções.

Abrindo o repertório, Jesus me ama foi escrita por Baruk ao lado de Leila Francieli e Thiago Grulha e é a menor faixa com apenas 1’41” com uma pegada meio blues com foco no piano e vocais feitos pelo próprio cantor.

Filho de Deus, escrita em parceria com Thiago Grulha, lembra a batida da música eletrônica graças à mixagem feita por Eduardo Garcia sob o teclado de Luciano Claw e a bateria de Alexandre Aposan. No trecho – “Maior é o que está em nós / Do que o que no mundo está / O velho homem já morreu / E não irá se levantar / Restaurados, transformados / Somos livres” – é inacreditável que só Baruk esteja fazendo o back nessa parte.

Vindo direto da ilha de Cuba para o disco Multiforme, a salsa é o ritmo que impera na canção Glória, versão de Glorious do álbum "Change the world" da cantora americana Martha Munizzi. Mesmo sem naipe de metais, Baruk conseguiu transpor toda a beleza e ritmo da salsa com a guitarra de Cacau Santos e a percussão de Claudio Baeta sem esquecer o coral que o acompanha na canção que só nos primeiros acordes já da vontade de levantar e remexer o esqueleto. Os 42 segundos finais vão comprovar bem essa teoria.

Da parceria com Thiago Grulha também nasceu A minha força “Aleluia” que lembra o estilo musical do cantor Jack Johnson, famoso pelas influências do folk, soft rock e tropical rock. Destaques para Eduardo Victorino (violão) e Cláudio Rocha (baixolão).

Baruk assina sozinho O meu querer que ganhou clipe filmado por Bruno Fioravanti em Orlando e Miami. Os primeiros sons dedilhados no violão marcam bem a introdução do louvor que é uma oração para que, nos mínimos detalhes, possamos ser uma parte do querer de Deus. A força da música se deve em parte ao baterista Tarcísio Buiochy.

Gravada anteriormente por David Fantazzini, Somente Deus, de autoria de Maciel Martins é uma das mais belas do repertório.

Luciano Claw arrasa durante a introdução ao piano acompanhando Baruk na interpretação do refrão de As firmes promessas, hino 459 do hinário cristão. Acompanhado por um coral composto por 11 vozes e um naipe de cordas com oito violinos, duas violas e um cello (todos bem arranjados por Alexandre Malaquias), ouvir a faixa é uma experiência única e que vale a pena repetir várias vezes.

Além de produzir o arranjo de cordas, Alexandre Malaquias também assina a autoria de Reina que traz um coral formado por 19 vozes, incluindo algumas já conhecidas do público como Larissa K, Leila Francieli, Rebeca Nemer e Thiago Grulha. Uma ótima surpresa acontece após 3’12” quando um coral de crianças formado por Carol Borges, Lucas Eugênio, Pedro Zanellato, Marcitala e Rebeca abrilhanta ainda mais a faixa que pode ser muito bem usada em corais infantis.

E por falar em surpresas, Deus está, escrita por Thiago Grulha, acompanhada pelo violão e o bandolim de Adson Sodré, conta com as participações de Ton Carfi, Hygor Junker e Samuel Mizrahy que formam um quarteto bastante harmonioso (está aí uma boa ideia para a música gospel e fica a dica para a Salluz).

Conhecida no Brasil pela voz do Ministério Sopro de Deus, Graça, versão de "Grace" do britânico Stuart Townend, ganhou uma versão mais roqueira com muitos efeitos digitais e carregada nas guitarras de Sérgio Piacenti.

Paula Freitas assina Eu corro para Ti que conta com a participação da Banda Salluz e também é uma bela oração cantada – “Nada mais me acontece, tudo está tão vazio / Procuro e não Te acho / Por que estás tão distante? / Olho para dentro e vejo / Faz tempo que eu não Te busco”.

Baruk assina O nome de Jesus que traz a participação especial de Leonardo Gonçalves abrilhantando a faixa em um dueto bastante expressivo. Assim como Reina, a canção surpreende com um coral acompanhado por um excelente naipe de cordas para declarar que o nome de Jesus “tem poder pra mudar minha história”.

Tua presença, de autoria do Pastor Elizeu Costa, tem a participação cheia de firulas de Daniela Araújo e conta apenas com Samuel Silva e Eduardo Victorino nos instrumentos.

Flores em vida, assinada por Baruk e Adson Sodré, foi a primeira faixa divulgada do álbum durante o Dia Internacional da Mulher. Piano e cordas pontuam durante os primeiros 19 segundos propondo uma reflexão sobre como aproveitamos nosso tempo e lembrando que o mesmo não volta jamais e o que fizemos ou deixamos de fazer ficou no passado. A faixa é dedicada ao Pastor Edson Barbosa.

Fechando o repertório, o álbum encerra com uma preciosidade de João Alexandre, um verdadeiro ícone da música evangélica nacional conhecido por músicas com influências nas raízes brasileiras. A canção escolhida foi Em nome da justiça do álbum "Todos são iguais" (1994) acompanhada pelo vocal formado por Rodrigo Campos, Hygor Junker e Mariana Campos – “Enquanto o domingo ainda for nosso dia sagrado / E em nome de Deus se deixar os feridos de lado / Enquanto o pecado ainda for tão somente um pecado / Vivido, sentido, embutido, espremido e pensado / Enquanto se canta e se dança de olhos fechados / Tem gente morrendo de fome por todos os lados”. Após 34 segundos de puro silêncio, Baruk retorna declarando à capela que O Senhor é bom da autoria de Paula Freitas.

Se você curte ritmos não muito convencionais na música gospel como a salsa, uma produção requintada e adora fotos bem criativas, sem dúvida, esse trabalho é obrigatório em sua coleção.

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