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Análise

CD Nada é tão novo, nada é tão velho
(Oficina G3)

Análise feita pelo colaborador:
Davih Benicio de Araujo Barbosa (davih.benicio@gmail.com)
Nada é tão novo, nada é tão velho

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Faixas:
1. Mais que vencedores
2. Pastor
3. Resposta de Deus
4. Valéria
5. Razão
6. Deus eterno
7. Consciência de liberdade
8. Perfeita união
9. Naves imperiais
10. Cante
11. Viver por fé
12. Parar e pensar
Três anos após a gravação do primeiro álbum ao vivo gravado no Dama Shock, em outubro de 1990, a banda Oficina G3 volta às paradas de sucesso com o álbum Nada é tão novo, nada é tão velho.

Quase todas as músicas são assinadas pelo guitarrista José Afram Júnior, sendo que algumas foram compostas em parceria com os demais integrantes. O álbum possui uma influência clara da banda americana de glam metal Stryper. Na época, o grupo buscava evoluir, sem precisar se apoiar em bandas pop, como Catedral e Rebanhão.

A produção do trabalho ficou a cargo de Rick Bonadio, que também produziu alguns trabalhos de grandes nomes do rock nacional. Mais que vencedores e Razão dão uma pegada mais heavy com solos de guitarra marcantes, riffs bem elaborados e a bateria do Waltão trazendo um peso para as músicas. Vale a pena destacar a última faixa do álbum, Perfeita União, que possui uma letra impactante, e conta também com Marcos Pereira no violão, e a participação de Márcio Woody no teclado.

Um destaque especial para este trabalho é uma música onde eles contam uma história, assim como fazem algumas bandas de rock: Catedral tem "Pedro Zé, Nordestino", Fruto Sagrado tem "Jimmy", Legião Urbana tem “Faroeste Caboclo” e Titãs tem “Marvin”. Sendo assim, a banda Oficina G3 não podia ficar pra trás com a faixa 4 deste álbum, Valéria.

A versão em CD (lançada em 1994) possui regravações originais do álbum Ao Vivo (1990). A versão em estúdio de Naves Imperiais conta com Manga nos vocais principais e a participação de Duca Tambasco no contrabaixo. Cante também ganhou uma versão mais heavy, com um solo marcante do Juninho no final. Viver por fé e Parar e pensar seguiram o arranjo original, mas com guitarras mais distorcidas e com Waltão nos vocais, fechando o trabalho com a faixa 12 do CD.

A mixagem e a masterização ficaram razoáveis, mas essenciais para colocar o primeiro trabalho do conjunto como melhor álbum de rock. Mais tarde, Oficina G3 alcançou notoriedade com o seu terceiro trabalho da discografia, Indiferença.

E assim a Oficina G3 renasceu, graças ao líder do conjunto, Juninho Afram, que juntamente à Luciano Manga dão um ar de originalidade nas interpretações. O hard rock simples, mas característico faz o álbum, em sua maior parte, valer a pena. Nada é tão novo, Nada é tão velho reinicia uma história de 30 anos do conjunto. Vale a pena ouvir o álbum todo, sem parar.


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