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Arianne apresenta seu novo projeto - Como Cantavam Nossos Pais

Publicada em 29/06/2018
Redação Super Gospel

A cantora Arianne (Sony Music Gospel) inova mais uma vez e apresenta um trabalho bem diferenciado. Enquanto alguns se dedicam a produzir algo inovador, a cantora quis trazer do passado o melhor da música cristã, com uma roupagem moderna, mas não menos de essência.

 “Como Cantavam Nossos Pais” é o novo projeto de Arianne que traz para nós memórias incríveis através de antigas músicas cristãs e vem com várias “cerejas no bolo”: participação especial de Priscilla Alcântara, Clovis Pinho (Preto no Branco), Fernanda Brum, Emerson Pinheiro, Lorena Chaves, Marcela Tais e a produção de Weslei Santos.

 O projeto foi gravado em Belo Horizonte com a presença de amigos e familiares. Ele poderá ser acompanhado pelo canal Vevo da cantora que vai liberar os vídeos periodicamente. O primeiro, que já pode ser visto, foi a releitura de Primeiro Amor (Quero Voltar) com a participação de Priscilla Alcântara.

 Como surgiu a ideia de gravar estas canções?

Sempre que eu ministrava, tanto em igrejas como em reuniões com amigos, costumava cantar as músicas mais antigas. As pessoas sempre falavam que tinham saudade de ouvir estas canções e que eu deveria fazer um projeto com essas músicas. Assim comecei a pensar seriamente sobre isso.

 Como você vê a importância de relembrar estas canções?

Essas canções são muito ricas, são canções que merecem ser lembradas para sempre. Hoje os músicos na igreja variam bastante na escolha dos estilos musicais, se esforçam nas composições, mas existia algo especial nas gerações anteriores que tem muito a ensinar para nós. Isso me faz refletir sobre o que produzo como cantora e de que forma minha música pode influenciar outras pessoas. Espero que com esse projeto, as novas gerações conheçam e cantem essas músicas e aprendam muito com elas.

 Qual a importância destas canções no seu desenvolvimento como cantora?

Essas canções são de extrema importância para mim! A igreja é um ambiente onde a música é muito valorizada. Podemos ver quantos cantores maravilhosos vêm da igreja, porque desde pequenos já somos incentivados em corais e solos. Assim a minha formação na igreja foi cantando essas músicas e ouvindo os muitos LP´s e CD´s que meus pais tinham, que eu devorava todos. A riqueza das músicas que eu ouvia, seja no que diz respeito às composições e os estilos musicais que eu ouvia, influenciaram diretamente na minha música e meu perfil.

 Qual o seu parecer sobre a música tocada nas igrejas hoje, em comparação à época que você quer recordar?

No que tange a música congregacional, sem dúvida as letras eram mais cristocêntricas. Não acredito que tudo o que se tem feito na cena gospel hoje em dia seja ruim, vejo uma turma prezando pela qualidade e bom gosto. O que constato com facilidade é uma deterioração do que se pensa no meio evangélico, vemos no que se prega nos cultos, muita coisa rasa e “superespiritual” que reflete também no que se canta. Produzimos muito conteúdo ininteligível, abstrato, com temas desconhecidos por grande parte da sociedade. Sendo assim, a música cristã se torna música de gueto, sem conexão com a cultura vigente. Eu acredito que poderíamos ser mais relevantes na nossa sociedade também através da música. 

 Como foi fazer uma releitura destas canções?

Desde o início, eu tive o cuidado de não descaracterizar as músicas, não modernizar demais. Eu acho importante valorizar como elas foram feitas e a essência de cada uma. Meu desejo era trazer para nós um sentimento parecido com os que as escutaram pela primeira vez. E o produtor Weslei Santos entendeu perfeitamente essa ideia e fez um trabalho lindo!

 Por que escolheu estas pessoas para participações especiais? 

O nome do projeto é Como Cantavam Nossos Pais, então, eu quis trazer uma turma da minha geração para cantarmos juntos o que os nossos pais cantavam. Alguns são amigos pessoais, outros jovens parceiros de gravadora, mas o fundamental entre todos é o desejo de fazer algo diferente. Fazer algo que seja impactante para os anos que vivemos. Acredito que eles são referências para esta geração e cantaram ali canções que fizeram parte da formação de cada um deles. Foi uma alegria ter cada um comigo.



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