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Análise

CD People Just Like Us
(Hillsong Worship)

Jonatha Cardoso em 12/03/2010
Para o Super Gospel
People Just Like Us

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Faixas:
1. Introduction
2. People Just Like Us
3. Father Of Lights
4. In The Name Of the Lord
5. You Rescued Me
6. The Power And The Glory
7. Have Faith In God
8. Your Love Keeps Following Me
9. Just Want To Praise The Lord
10. Longin' For Your Touch
11. In The Silence
12. Just Let Me Say
13. Shout To The Lord
14. Faith
Com produção de Geoff Bullock, Russel Fragar e Darlene Zschech, People just like us é o terceiro álbum do ministério australiano, gravado no dia 27 de fevereiro de 1994, no Hills Entertainment Centre. O álbum é composto de 13 músicas, que são uma expressão da vontade do Senhor para com seu povo.

A música gospel no Brasil demorou para melhorar no contexto musicalidade. Enquanto a música gospel, principalmente a americana, mexicana e australiana só crescia, ainda estávamos com a taxação de “ultrapassados”. Quem ouve esse disco não consegue dizer que ele é de 1994, de tão atual musicalmente falando.

Antes de começar, abro um parênteses: pela primeira vez eu cito em uma análise do Hillsong em Geoff Bullock. Até hoje ele é considerado um dos grandes da música gospel mundial. Pra você ter uma ideia, até o álbum Friends in high places (que sucedeu esse aqui), o Hillsong já havia produzido 84 músicas. Destas, 62 foram compostas só por ele ou em parceria. Sem dúvida, falar de Hillsong significa falar de Geoff Bullock.

Let’s go! Uma bela e empolgante introdução é a primeira faixa do CD, antecedendo a empolgante People just like us. A primeira versão da música traz menos metais e mais piano. A música fala de que toda tribo, povo, língua e nação servirá ao Senhor. Todos nós veremos o nome de Cristo proclamado aos quatro cantos da terra. Só o nome de Jesus pode salvar. Ele nos faz cantar, danças e bradar a todos: Jesus é o Rei!

Prosseguimos com a também empolgante Father of lights. Ele é o pai das luzes. Nele há luz, não há trevas. Por causa disso fomos chamados por ele para habitarmos a luz. Fomos mudados por ele, pois fomos salvos por seu filho. Somos feitos a imagem dele. Ao longo da música temos uma espécie de um xilofone (desculpem a ignorância, vosso analista não consegue distinguir muito bem instrumentos “exóticos”).

Logo após, uma bela pegada da guitarra de David Moyse traz In the name of the Lord, que fala sobre o poder que tem o nome do Senhor. Nesse nome podemos proclamar cura, salvação e libertação a todos os habitantes da Terra. Nesse nome os filhos de Deus recebem justiça, são honrados e têm a vitória garantida.

Sem dúvida as músicas de adoração desse cd são espetaculares. Um lindo dueto de violão com flauta doce apresenta You rescued me. Ele nos resgatou e nos deu esperança de vida. Antes de nascermos ele já nos amava. Ele nos comprou com seu sangue, nos perdoou e curou o nosso coração. Fomos libertos do pecado e da morte. Por isso somos gratos a ele.

Uma das mais lindas do álbum é The power and the glory. O piano e o sax conduzem uma canção que fala de um coração maravilhado de todas as coisas de Deus, como um amor imerecido, a sua graça, o seu plano para conosco, a luz que dissipa as nossas trevas, o Espírito de Deus que vem do céu como uma pomba, um futuro assegurado e protegido, enfim... Graças a ele, o Senhor, o filho de Deus, temos tudo isso. Graças a sua glória e ao seu poder.

Have faith in God incentive-nos a termos fé em Deus e, mais que isso, manter essa fé que está em nossos corações. Isso porque ele nos conduz em todo o tempo, seja em águas tranquilas, seja na escuridão. Ele não nos deixa nem nos abandona. Por isso podemos descansar nossa fé nele.

O segundo ato do disco começa com Your love keeps following me, que fala do amor de Deus que sempre está conosco. Esse amor é demonstrado pela graça, que nos faz conforme sua vontade, e pelo seu carinho, pois ele tem seus braços a nossa volta. Seu amor é mais alto do que o céu é mais largo, pois qualquer um pode participar, e é mais profundo, pois ele nos perdoa de qualquer pecado.

Outra bela canção é I just want to praise the Lord. Queremos adorar o Senhor, dançar, celebrar e erguer as nossas mãos a ele. Os céus e a terra proclamam a majestade, a honra e a glória de Deus. Todas as nações se prostram diante dele.

Continuamos com Longin’ for your touch, que fala do nosso anseio pelo toque no Senhor. Queremos nos achegar a ele para senti-lo mais de perto. Se precisamos de um amigo das quais sabemos que podemos nele confiar, temos Jesus.

A linda In the silence fala do nosso anseio em ouvir a voz do Senhor, nem que seja um mero sussuro. Quando estamos há muito tempo sem ouvir a doce voz dele o nosso desejo aumenta. Queremos colocar nossas vidas diante dele e adorá-lo eternamente. No poder de sua presença, no silêncio da sua majestade, no esplendor de sua santidade, na quietude de sua glória, queremos adorá-lo. Queremos ouvi-lo.

O piano conduz Just let me say versa nosso desejo em falar o quanto amamos a ele, falar de sua misericórdia, de sua graça, Queremos viver à sombra de sua beleza, vê-lo face a face. Assim, nos rendemos a ele como crianças, podendo dizer-lhe que o amamos.

O auge do repertório chega com a faixa que, curiosamente, não é a faixa-título. Quem diria que Shout to the Lord é de 1994, hein? Claro, mantendo os mesmos arranjos básicos no piano e com a belíssima voz de Darlene. Não vou falar nada sobre a música. Ela fala por si só: “Meu Jesus, meu salvador. Senhor, não há outro como tu. Todos os meus dias eu quero louvar as maravilhas do teu poderoso amor. Meu conforto, meu abrigo, torre de refúgio e força. Com todo o meu ser, com tudo o que sou, nunca paro de te adorar. Aclame ao Senhor toda a Terra, e cantemos poder, majestade e louvores ao Rei. Montanhas se prostram e os mares rugem ao som do teu nome. Eu canto com alegria pelo trabalho de tuas mãos. Pra sempre te amarei, pra sempre estarei firmado. Nada se compara as promessas que eu tenho em ti”

Encerramos esse ótimo trabalho com a canção Faith. Ela fala que a nossa fé é capaz de mover as montanhas. Todas elas. Essa fé nós temos firmada em Deus, que é a nossa verdade, nossa força. Com seu amor, com a nossa esperança nele, podemos ter uma fé firmada. E essa fé é capaz de nos levar a lugares nunca antes alcançados.

Bom, meus queridos, é isso...

Espero que tenham gostado do review e do cd. Se você quer conhecer a história do Hillsong, não pode deixar de ouvir essa gravação.

Antes de despedir-me, acessem meu Twitter: www.twitter.com/jonathacardoso. Deixem lá o seu comentário, pedido (não necessariamente de análises, tá?), etc, ok?

Deus abençoe a todos!

Graça e paz!


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