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Confira nossa conversa com Priscilla Alcantara sobre seu novo single - Tanto Faz

Redação em 26/05/17 41082 visualizações

A cantora e compositora Priscilla Alcantara lançou, nesta sexta-feira (26), seu novo single, que conta com distribuição da gravadora Sony Music Brasil. Canção que dá pontapé ao futuro sucessor de Até Sermos Um (2015), "Tanto Faz" traz a artista imersa no universo do electropop. Em entrevista à equipe do Super Gospel, a intérprete falou sobre novo trabalho, videoclipe, suas visões sobre o consumo de música, entre outras novidades.

Clique aqui e confira o single no Deezer


SUPER GOSPEL - "Tanto Faz" marca a prévia de seu próximo trabalho pela Sony. Como surgiu esta música?
Não lembro exatamente quando/como. Mas foi uma das primeiras que fiz pensando nesse novo projeto. Eu devia estar com Jesus e meu teclado no meu quarto e a música nasceu. 


SUPER GOSPEL - O projeto gráfico do single conta com uma fotografia de tons roseados e sombrios. Quem ficou responsável pelo trabalho e como foram as sessões de fotografia?
Na verdade usamos screenshots do próprio videoclipe para já revelar uma prévia do que a galera pode esperar da parte visual do projeto. Tem três sets no clipe e escolhemos um deles para ilustrar o single


SUPER GOSPEL - O videoclipe será liberado em junho. Existe alguma novidade acerca da produção audiovisual que você pode nos adiantar?
Eu amo a arte e amo o espaço que ela nos dá para nos expressarmos de diversas formas. Decidi explorar o lado criativo para transmitir a mensagem de um relacionamento de amor com cristo. Não vai ser nada "comum". 


SUPER GOSPEL - A música pop cristã, em muitas das épocas, trouxe um quadro pouco variado de artistas e estilos. Sua música parece cada vez abraçar o electropop, uma vertente pouco explorada no cenário. Você se enxerga como uma artista deste gênero?
Nesse projeto combinei com meu produtor que exploraríamos todas as vertentes do pop. Não acho que precisamos limitar nossa arte a um tipo de som apenas. Então escolhemos começar com algo do eletro que não temos no cenário brasileiro, mas as próximas músicas provavelmente vão ter outras identidades. 


SUPER GOSPEL - Você, em diversas situações, tem sido uma forte crítica da "religiosidade". Em quais sentidos, artisticamente falando, você acredita que a religiosidade limita os artistas evangélicos?
Fico triste por ver que, às vezes, alguns "filhos do Pai das artes" dão tanto credito para o diabo ou limitam as habilidades que receberam de Deus. As artes são de Deus e os cristãos, por serem tão próximos a própria forte de criatividade e dons, deveriam estar mais como referência nesse meio. 


SUPER GOSPEL - Seu trabalho, seguindo uma tendência mundial, está se destacando nas plataformas de streaming. Como você iniciou sua carreira nos anos 2000, de que forma você avalia essa mudança recente no consumo de música?
Para mim tem sido fácil a adaptação nessa mudança porque sempre estive envolvida digitalmente. Tanto a música, quanto qualquer outra coisa, sempre precisará se adaptar a evolução global, principalmente nessa fase em que todo mundo quer tudo muito rápido e "na mão". Eu gosto de como a música tem sido consumida nos dias de hoje.

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