Análises

Sérgio Lopes lança novo álbum homônimo - confira o review

Tiago Abreu dá sua opinião sobre o lançamento

Tiago Abreu em 26/08/19 387 visualizações

Com quase 35 anos de carreira artística, é a primeira vez que Sérgio Lopes lança um projeto com seu nome. É que Sérgio Lopes, de forma geral, se orienta pela mistura popular e poética a qual suas maiores canções são marcadas. Mas seu disco autointitulado também é o reforço de que sua obra mantém-se há anos cristalizada. Tecnicamente, o novo álbum de Lopes é mais enxuto em número e musicalidade, embora pareça ter sido produzido no auge da década de 1990: Os reverbs, backings e principalmente as harmonias não parecem pertencer ao ano de 2019. Até a regravação de Yeshua Ha Mashiach, cujo título bebe da paixão histórica do compositor pelos termos judaicos com elementos eletrônicos, é datada na escolha de seus loops. Quando Sérgio canta "um mundo que eu não reconheço mais" em Que Mude o Mundo! Eu Não Mudarei, é como se o intérprete bradasse apego a um passado que não voltará e, desta forma, o desconecta do presente. Enquanto isso, uma versão acústica revisitada de O Amigo mostra que o cantor ainda deseja transmitir vitalidade nas regravações.

Avaliação: 2/5

Sérgio Lopes

(Álbum) 01/19


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Tiago Abreu

Jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), escreveu para o Super Gospel entre 2011 a 2019. É autor de várias resenhas críticas, artigos, notícias e entrevistas publicadas no portal, incluindo temas de atualidade e historiografia musical.


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